Proteínas são macromoléculas
orgânicas constituídas por unidades menores conhecidas como peptídeos que são ligados entre si por ligações
conhecidas como peptídicas entre dois monômeros que recebem o
nome de aminoácidos Essas ligações, normalmente entre o radical amino
de um aminoácido e o grupo carboxilo de um segundo, sendo uma ligação forte e estável.
Para uma boa distribuição protéica durante o dia, as pesquisas mais recentes mostram que, em torno de 1,7g/kg de proteínas já são suficientes. Porém, isso pode variar pelos fatores já citados e, os ajustes devem ser feitos pouco a pouco de acordo com os ganhos e o progresso. Então, como primeiro passo, vamos utilizar o exemplo dos 1,7g/kg de proteína para um indivíduo de 70kg, totalizando um consumo diário de 140g protéicos de alto valor biológico. Esse valor, para uma divisão de 6 refeições diárias equivale a aproximadamente 23g de proteínas por refeição, o que daria em média um bife médio de 120g, uma boa porção. Mas, isso seria muito simples se estivéssemos falando de uma divisão igual durante todo o dia.
Para uma boa distribuição protéica durante o dia, as pesquisas mais recentes mostram que, em torno de 1,7g/kg de proteínas já são suficientes. Porém, isso pode variar pelos fatores já citados e, os ajustes devem ser feitos pouco a pouco de acordo com os ganhos e o progresso. Então, como primeiro passo, vamos utilizar o exemplo dos 1,7g/kg de proteína para um indivíduo de 70kg, totalizando um consumo diário de 140g protéicos de alto valor biológico. Esse valor, para uma divisão de 6 refeições diárias equivale a aproximadamente 23g de proteínas por refeição, o que daria em média um bife médio de 120g, uma boa porção. Mas, isso seria muito simples se estivéssemos falando de uma divisão igual durante todo o dia.
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| Estrutura de uma proteína cadeia de aminoacidos |
Acontece que, em alguns momentos, sabe-se que há um maior aproveitamento na
ingestão de proteínas, fazendo com que seja conveniente um
consumo um pouco maior. Um belo exemplo é imediatamente após o treino, onde com
uma ingestão apropriada de proteínas de alto valor biológico, conseguimos
aumentar a síntese protéica em até 160%, favorecendo largamente a recuperação
muscular.
O praticante de musculação
precisa de mais proteína que um sedentário. Porem, ela apresenta um ponto ótimo
de consumo. Além dele, passa a ser prejudicial.
As atividades que mais
exigem proteína, no entanto, são os exercícios prolongados e moderados, por
causa do aumento do gasto de energia. Nessas atividades, a proteína é oxidada
ou ”queimada” em grande quantidade, na medida em que nossas reservas de carboidrato
(glicogênio muscular e hepático) são degradadas. Ou seja, durante uma corrida
longa, parte da proteína de nossas células é quebrada e seus constituintes, os
aminoácidos, são transformados em energia no lugar da glicose.
O período pré-treino. A
ingestão de quantidades muito altas de proteínas pode não ser a melhor escolha,
visto a lenta digestão que elas possuem, desviando o fluxo sanguíneo
para o aparelho gástrico ao invés dos músculos ou causando desconfortos
gastrointestinais, por exemplo. Além disso, é interessante que haja uma quantidade
de aminoácidos circulantes na corrente sanguínea durante o treinamento, para
que esses sejam disponibilizados a inúmeros tecidos, como o muscular.
Porém a ingestão demasiada
de proteína ou uma dieta hiperprotéica aumenta a concentração de cortisol, hormônio
que promove proteólise degradação de proteína, com isso ocorrem catabolismo e
perda de massa magra.
O metabolismo protéico está envolvido com a produção de
alguns compostos tóxicos que são prejudiciais ao corpo, os radicais livres e a amônia, que
necessitam ser eliminados quanto maior for sua concentração de ambos, maior
terá de ser sua eliminação e, maior será o trabalho de determinados órgãos que
fazem grande parte do processo metabólico e do processo de excreção, como o fígado (metabólico)
e os rins (metabólico e excreção), podendo de
alguma forma sugerir alguma sobrecarga.



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